Chaves não morreu

Há três anos e meio, começamos o projeto Geração de Valor. De lá para cá, não imaginava o tamanho do impacto deste projeto que hoje alcança milhões de pessoas em todo o Brasil. “Não contavam com minha astúcia!”

Começamos no YouTube, depois criamos a conta no Twitter e, por fim, entramos de cabeça aqui no Facebook. O lema para crescermos nas redes sociais sempre foi: “Sigam-me os bons!”

Por isso, a comunicação descontraída com o público jovem sempre foi a estratégia usada, porém dando puxões de orelha quando necessário. Tudo isso, com o objetivo de transmitir um pouco de minha experiência como empreendedor. “Todos os meus movimentos são friamente calculados”.

É claro que neste período eu me deparei com haters, com alguns comunistas de iPhone que não aceitam que alguém pode sair do zero com seus próprios méritos porque se recusou a ser uma vítima do sistema, com analfabetos funcionais que criticam sem ter entendido a mensagem, dentre muitos outros, que não foram capazes de me desmotivar a prosseguir em busca dos que estão sedentos por aprender. “Aproveitam-se de minha nobreza!”

Agora, o que mais me motiva é quando ouço histórias de superação dos seguidores da página, histórias de sucesso daqueles com quem eu pude colaborar, fosse inspirando, encorajando ou produzindo insights que desencadearam uma transformação em seus referenciais.x

No início de tudo, eu ouvi de muitos amigos que eu estava perdendo meu tempo e que as redes sociais eram lugar de gente desocupada que se preocupava somente com futilidades. No entanto, eu sempre acreditei que, em meio a tudo isso, eu encontraria pessoas que desejassem pensar fora da caixa, que teriam o forte desejo de fazer acontecer. “Suspeitei desde o princípio!”.

Sei que às vezes eu pego pesado e não aliso o ego de ninguém. Até porque não estou aqui para agradar e, por isso, não é incomum que alguns fiquem zangados com minhas publicações por não estarem preparados para ouvir algumas verdades. Então, aproveito este post para me desculpar com todos que não gostaram de algum texto que tenha postado. A esses, eu tenho apenas uma coisa a dizer: “foi sem querer querendo”.

R.I.P. – Roberto Gómez Bolaños.

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